A
informação, divulgada pelo blog do jornalista Luís Nassif, faz parte da
avalanche de denúncias oriundas da Operação Monte Carlo, a mesma que flagrou a
relação estreita de Cachoeira com o senador Demóstenes Torres
(DEM-GO).
- por Jorge Lourenço no Jornal
do Brasil
Boa parte da grande
imprensa se recusa a repercutir, mas o editor-chefe da revista "Veja", Policarpo
Júnior, trocou 200 ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira.
A
informação, divulgada pelo blog do jornalista Luís Nassif, faz parte da
avalanche de denúncias oriundas da Operação Monte Carlo, a mesma que flagrou a
relação estreita de Cachoeira com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Nas
ligações, Policarpo anteciparia informações da publicação ao contraventor.
O mentor do Mensalão
Para piorar, o ex-prefeito de Anápolis (GO), Ernani de Paulo, juntou as peças do quebra-cabeça e chegou à seguinte conclusão: Cachoeira, Demóstenes e o jornalista Policarpo Júnior teriam "fabricado" a denúncia de Mensalão.
De acordo com Ernani, Demóstenes era cotado para assumir o cargo de secretário de Segurança Nacional no começo do governo de Lula sob a condição de filiar-se ao PMDB.
O mentor do Mensalão
Para piorar, o ex-prefeito de Anápolis (GO), Ernani de Paulo, juntou as peças do quebra-cabeça e chegou à seguinte conclusão: Cachoeira, Demóstenes e o jornalista Policarpo Júnior teriam "fabricado" a denúncia de Mensalão.
De acordo com Ernani, Demóstenes era cotado para assumir o cargo de secretário de Segurança Nacional no começo do governo de Lula sob a condição de filiar-se ao PMDB.
O senador gostou da
indicação, mas acabou vetado por José Dirceu. A partir daí, a denúncia inicial
do Mensalão seria o troco de Demóstenes pelo veto.
Curiosamente, a reportagem que deu início às denúncias contra o governo petista foi assinada pelo mesmo Policarpo Júnior.
Curiosamente, a reportagem que deu início às denúncias contra o governo petista foi assinada pelo mesmo Policarpo Júnior.

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